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Escritas quase-aleatórias do processo

  • Foto do escritor: ensaios_sobreumtriz
    ensaios_sobreumtriz
  • 19 de ago. de 2021
  • 2 min de leitura

--- quase-ensaios que se deram a partir das propostas de pesquisa corporal ---


O mover é uma porta para estar em mundo: argumentação quase que básica./

Plural: movereS./ As singularidades contam sobre laços comuns. O sutil possui sua camada de imperativo./ Em cada chão, que nunca é o mesmo, os corpos movem... cada qual em sua diferença similar, com uma certeza comum: existem e deixam de existir./ Esse duplo se dá por várias vias, mas: o limiar entre um e outro é desconsagrado por um gesto.

E se, por via discursiva, pensarmos um mover-limite que é circunstância primeira sobre indagações que circundam os limites do estar?/ Fim/não fim; possibilidade de escolha; cartilagem-limite; chão-limite. Uma averiguação/teste sobre as circunstâncias que respaldam nosso existir.

--Se alguém versa sobre as escolhas-limite, o corpo-posse (corpo para) coloca-se como limiar de uma espécie de dívida (simbólica-estética); que se indaga enquanto circunscrição significante--

Os corpos endividados: moveres-posse/ moveres-para; que servem a algo (ideia/propósito...). / Desde ossos que constroem funções estruturais, até os corpos postos para uma finalidade. / Dívidas: os ‘para’ consentidos a partir de convenções tidas como óbvias, mas que tolhem; encerram.

--Encerram sem licença. ///// Há um limite de possibilidades sempre, mas há os contornos que encerram; contornos possíveis de serem re-argumentados através de seu avesso absurdo: o limite auto-especulado em mover-corpo – simbólico-estético-argumentativo.

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O absurdo que interessa ao corpo é aquele que contorna encerramentos impostos por dívidas de estares: um argumento ensaístico para estar.





Em alguma instância, o flerte com algo que se encerra é uma especulação desesperada-cínica sobre o que pode vir a fluxo./ Um teste para versar sobre uma possibilidade em ‘quase’ / uma possibilidade triz sobre aquilo que acolhe uma existência / um mover de possiblidade – um mover possível em corpoS. / Trata-se de uma tentativa-especulada-indicial às avessas de transformação. / É um retrato azarento sobre as significações endividantes (que inserem cada osso-cartilagem-carne-sinapse em uma posse do estar, seja essa posse declarada ou não) é a comunicação simbólica-material acerca da urgência de ressignificação do estar; é uma posição indicativa da necessidade de novos códigos veiculantes, novas validades do apreciar a diferença, novos valores às barreiras de significação. / É um chamamento de alerta para algo que não podemos pressupor, é o índice de uma violência que não se quer viver, não se deve fazer viver... É um argumento às avessas, é absurdo – evidencia prenúncios do relacionar-se consigo/com mundo.





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